terça-feira, 4 de agosto de 2015

Boca seca: os fatos

Mais da metade dos americanos sofrem de boca seca (xerostomia) devido ao uso de alguns medicamentos, doenças autoimunes, a terapias de tratamento do câncer e ao envelhecimento natural. A boca seca ocorre devido à falta de fluxo salivar normal. A boca seca pode afetar pessoas de qualquer idade e deve ser monitorada para não causar efeitos mais sérios na cavidade oral. 

Qual a causa?

A boca seca pode ocorrer como resultado do uso de medicamentos vendidos com receita médica como anti-histamínicos, anticonvulsivantes, antidepressivos, drogas cardiovasculares, antieméticos, antipsicóticos, sedativos e descongestionantes, entre outros. O uso prolongado de medicamentos de venda livre também pode causar boca seca. As pessoas que se submetem a cirurgia, radioterapia e quimioterapia podem sentir a boca seca. A terapia de radiação, quando aplicada na região da cabeça e pescoço, tem efeitos mais significativos relacionados com a boca seca, em comparação com cirurgia e quimioterapia. Após terapia de radiação aplicada na região da cabeça e do pescoço, as glândulas salivares irradiadas produzem pouca ou nenhuma secreção salivar e a boca seca pode tornar-se um grande desconforto para os pacientes com câncer oral e da faringe.
Outros exemplos de pessoas susceptíveis à xerosotomia são aquelas que sofrem de doenças auto-imunes como a síndrome de Sjögren, caracterizada por olhos secos, boca seca e doenças do tecido conjuntivo (artrite reumatóide, lúpus eritematoso sistêmico, esclerose sistêmica, polimiosite ou doença mista do tecido conectivo). As pessoas que têm diabetes tipo I, esclerose múltipla, esclerodermia, psoríase e doença inflamatória intestinal, fibrose cística também podem apresentar a boca seca.
A boca seca pode também decorrer de deficiências nutricionais, como a falta de vitamina A e a riboflavina (vitamina B2).

Sintomas da boca seca

Há vários sintomas presentes na ocorrência da boca seca: 

- Secura na boca e na garganta
- Saliva mais viscosa
-Aumento de infecções bucais e da faringe.
- Crescimento da placa bacteriana
- Mau hálito
- Úlceras na boca
- Alteração do paladar
- Aparecimento ou evolução da doença cárie
- Desenvolvimento de doença gengival e/ou periodontal
- Dificuldade na fala e deglutição

Tratamento da boca seca

Se a sua boca seca for causada por remédios vendidos sob receita, seu médico pode reavaliar o tipo de medicamento que você está tomando e eliminar ou ajustar a dosagem daqueles que causam o problema. Os sprays de saliva artificial podem ser usados para ajudar a umedecer a boca e aumentar o fluxo de saliva. Seu médico também pode prescrever pilocarpina, um medicamento que ajuda a estimular a produção de saliva. Você também pode decidir simplesmente beber mais água para matar a sede decorrente da boca seca. Antissépticos orais na forma de enxaguatórios também são indicados como anti-microbianos para controlar a placa bacteriana ou auxiliar no tratamento de infecções bucais. 
Entre os recursos que podem ser utilizados em casa para combater a boca seca estão a escovação dos dentes pelo menos duas vezes ao dia com um creme dental com flúor, o uso diário de fio dental, a ingestão de água ou líquidos não açucarados nas refeições e o uso de balas ou gomas de mascar sem açúcar para estimular o fluxo salivar. Procure não respirar pela boca, pois isso aumenta o efeito da boca seca.
Consulte o seu médico e dentista se estiver sofrendo desse problema e monitore os medicamentos que você toma e o que você come ou bebe.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Saliva e chiclete - seus benefícios para a saúde bucal


Como sabemos, a saliva ajuda a manter a boca úmida. Quando comemos, o fluxo de salivar aumenta, permitindo-nos mastigar e engolir os alimentos. A saliva também tem efeito protetor. Ela neutraliza os ácidos, quando comemos carboidratos que reduzem o pH da boca, e remove os resíduos de alimentos que ficam após as refeições.



A maioria das pessoas masca chicletes sem açúcar como um "hábito natural" para purificar o hálito, limpar a boca após as refeições, fortalecer os dentes e ter uma sensação de bem estar ao final de um longo dia. A combinação da saliva com a goma de mascar sem açúcar estimula o fluxo salivar, neutralizando ainda mais os ácidos acima do pH crítico de 5,7. (1, 2)

Para você, o que significa isso? Significa que você pode diminuir as lesões de cárie causadas pelos tipos de alimentos que você ingere. Depois de comer, o pH da placa bacteriana torna-se ácido durante um período de tempo e afeta os dentes, enfraquecendo-os e tornando-os suscetíveis à cárie.


Foi realizado na Europa um estudo, com duração de dois anos, com um grupo de crianças da 3ª à 5ª série, propensas à cárie, que não faziam uso de água fluoretada, mas usavam diariamente um creme dental comum com flúor. As crianças foram distribuídas entre um grupo controle positivo e um grupo de controle negativo que não usava goma de mascar sem açúcar. Os componentes do grupo controle positivo mascaram, todos os dias e durante 20 minutos, um chiclete sem açúcar após cada refeição. Foram feitos exames no início do estudo (momento inicial) e após o primeiro e segundo anos com o objetivo de determinar o número de dentes restaurados, cariados ou ausentes.

Depois do primeiro ano, os resultados mostraram que o grupo de crianças que mascavam chiclete com sorbitol teve o número de lesões de cárie reduzido em 41,7% em relação ao grupo de controle com crianças que não usaram a goma com sorbitol.

As lesões de mancha branca também foram registradas nos dois grupos de controle positivo e negativo e mostraram uma redução 43,6% em relação ao grupo de controle positivo após um ano. Depois de dois anos, registraram-se, em relação ao grupo de controle negativo, uma redução na cárie de 33.1% e uma redução das lesões de mancha branca de 38.7%. (3).

A realização do estudo foi eficiente e os resultados demonstraram que não foi difícil mascar três chicletes por dia. Os resultados indicam que alunos e professores podem beneficiar-se, descobrindo que a saúde bucal também pode fazer parte do currículo escolar e que um programa de combate à cárie pode ser instituído nas escolas. Converse com seu dentista sobre as escolhas que você pode fazer para melhorar sua saúde bucal usando um chiclete sem açúcar.


Referências: 
1 Park KK, Schemehorn BR, Stookey GK. Effect of time and duration of sorbitor gum chewing on plaque  acidogenicity. Pediatr Dent.  1993; 15(3):197-202.
2 Koparal E, Ertugrul F, Sabah E.  Effect of chewing gum on plaque acidogenicity. J Clin Pediatr Dent. 2000; 24(2): 129-32.
3 Szoke J, Banoczy J, Proskin HM. Effect of after-meal sucrose-free gum chewing on clinical caries. J Dent Res 80(8): 1725-29, 2001.

sexta-feira, 31 de julho de 2015

13 MOTIVOS PARA PROCURAR UM DENTISTA


Com a rotina corrida do dia a dia, muitas pessoas deixam a saúde bucal em segundo ou terceiro plano. Saiba que é importante frenquentar o consultório dentário ao menos uma vez ao ano, e não apenas quando surgem problemas, como a cárie. Adiar a visita ao dentista torna a consulta desagradável e traumática, na maioria das vezes. Por isso, o cirurgião-dentista Carlos Telles, especializado em ortodontia, lista 13 motivos para procurar um profissional. Confira: 
1. Prevenção: é a chave. O dentista consegue diagnosticar problemas em estágios iniciais e evita seu aparecimento, orientando a correta higiene bucal e efetuando a limpeza de placa bacteriana e cálculos dentais (tártaros).
2. Sangramento gengival: ocorre devido ao acúmulo de placa bacteriana nas superfícies dentais e entre os dentes, inflamando os tecidos gengivais. A visita periódica permite a remoção das  bactérias e instruções para a escovação e o uso do fio dental.
3. Halitose: é o mau hálito e pode significar a presença de vários problemas de saúde. Ele pode estar relacionado com higiene ineficiente e problemas periodontais. Apenas o dentista consegue detectar a causa e estabelecer um tratamento adequado.
4. Dores articulares e estalidos ao abrir a boca: podem indicar algum distúrbio temporomandibular (problema na articulação responsável por abrir e fechar a boca). Um diagnóstico preciso evita muita dor de cabeça, literalmente.
5. Dores de dente: pode ser desde sensibilidade dentária até uma inflamação dos canais radiculares. Só a visita ao dentista pode identificar as causas.
6. Mobilidade: também pode ocorrer por vários motivos, como a presença de uma doença periodontal avançada ou o contato prematuro de um ou mais dentes. Ranger os dentes também pode ser uma causa deste problema.
7. Fratura dental: quebrar os dentes é algo muito comum e, em muitos casos, acontece de forma acidental. Só um profissional pode reabilitar a fratura da melhor forma possível.
8. Lesões bucais: podem ser desde uma simples afta até um câncer bucal. Fazer consultas de prevenção com um profissional diminui a incidência de riscos, já que o diagnóstico de qualquer lesão é fundamental para o sucesso do tratamento.
9. Sisos: os terceiros molares, conhecidos como dentes do juízo, podem causar incômodo às pessoas. Na maioria dos casos, recomenda-se a remoção desses dentes.
10. Dentes escurecidos: há várias causas para o escurecimento, como o consumo de cigarro. O clareamento é uma ótima opção para deixar os dentes brancos. Mas somente o dentista pode orientar e estabelecer o tipo de tratamento clareador para cada paciente.
11. Inchaços: também pedem atenção, pois demonstram que algo está errado com a boca. Os abcessos são uma manifestação inflamatória que causam inchaço, e possuem substância purulenta (pus) em seu interior, que causam dor intensa e podem, ou não, estar relacionados a algum problema dentário. A causa e o tratamento dos inchaços serão determinados pelo dentista.
12. Retrações gengivais: ocorrem por diversas razões, mas principalmente pela força excessiva na escovação. A gengiva retrai diante da agressão, o que expõe o colo dental e a sensibilidade dentária. Além dos dentes mais sensíveis, é preciso corrigir a parte estética.
13. Problemas ortodônticos: são problemas de oclusão (mordida, de forma mais simplória). Eles podem ter  origem óssea, dentária ou ambos e podem ser resolvidos com a instalação de aparelhos, algo que só o ortodontista pode indicar e recomendar.

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Diferença entre aparelhos AUTOLIGADOS e CONVENCIONAIS

Uma dúvida muito comum a todos os pacientes é relativo aos aparelhos AUTOLIGADOS, e suas diferenças em relação aos Convencionais.


Para sanar esta dúvida, vou fazer uma breve descrição dos aparelhos e mostrar a IMENSA diferença que existe entre os dois tipos de aparelhos.


APARELHO CONVENCIONAL

A principal característica de um aparelho convencional é o uso de ligaduras elásticas (Borrachinhas).
Podemos ver isso claramente na foto ao lado. Apesar de bonitinhas, as ligaduras elásticas prejudicam e muito no desenvolvimento do tratamento, uma vez que, por serem muito porosas, são responsáveis pelo acúmulo de bactérias, gerando CÁRIES, TÁRTARO, MAU HÁLITO. Além disso, um outro problema MUITO SÉRIO é que as borrachinhas causam muito ATRITO com o fio, fazendo com que o tratamento fique mais limitado, lento, MAIS DOLORIDO, e muito mais prejudicial aos tecidos periodontais (o osso, a gengiva, além do dente).






APARELHO AUTOLIGADO

A principal característica dos aparelhos AUTOLIGADOS é a ausência das ligaduras elásticas. Observe a foto ao lado!

Sem as ligaduras elásticas, o acúmulo de bactérias no aparelho diminui drasticamente, evitando assim CÁRIES, TÁRTARO, MAU HÁLITO, e outros problemas relacionados. Além disso, por não ter borrachas, o tratamento AUTOLIGADO é muito mais eficiente, RÁPIDO, INDOLOR e não prejudica os tecidos periodontais, pois usa uma força bio adaptativa, ou seja que imita a força fisiológica de erupção dos dentes. (FORÇA LEVE, SEM DOR).


DIFERENÇA NO TRATAMENTO

Uma das principais diferenças entre os dois aparelhos, é que com o AUTOLIGADO, o ortodontista tem condições de fazer a maioria dos tratamentos SEM EXTRAÇÕES DENTÁRIAS, além de conseguir uma excelente expansão maxilar (SORRISO FICA MAIS ABERTO).

Essa diferença está revolucionando os tratamentos ortodônticos e ortopédicos atuais, fazendo com que a ortodontia alcance patamares de sucesso altíssimos, e deixando cada vez mais pacientes satisfeitos com seus sorrisos!   ASSISTA ESTE VÍDEO E ENTENDA MELHOR


Gostaríamos de lembrar também, de um detalhe muito importante para quem busca aparelhos MAIS ESTÉTICOS E DISCRETOS!

Os aparelhos AUTOLIGADOS ESTÉTICOS, como todos os aparelhos autoligados, não usam as ligaduras elásticas, mantendo assim a cor do aparelho (INVISÍVEL) por todo o tempo do tratamento! Isso significa TRATAMENTO ESTÉTICO, MODERNO, SEM DOR, E COM TEMPO REDUZIDO!

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Como usar fio dental

O uso correto do fio dental remove a placa bacteriana e os alimentos nos lugares onde a escova não consegue chegar facilmente - sob a gengiva e entre os dentes. Como o acúmulo de placa pode provocar cárie e gengivite, usar fio dental diariamente é altamente recomendável.
Para aproveitar ao máximo o uso do fio dental, uso a seguinte técnica:
  • Enrole aproximadamente 40 centímetros do fio ao redor de cada dedo médio, deixando uns dez centímetros entre os dedos.
  • Segurando o fio dental entre o polegar e indicador das duas mãos, deslize-o levemente para cima e para baixo entre os dentes.
  • Passe cuidadosamente o fio ao redor da base de cada dente, ultrapassando a linha de junção do dente com a gengiva. Nunca force o fio contra a gengiva, pois ele pode cortar ou machucar o frágil tecido gengival.
  • Utilize uma parte nova do pedaço de fio dental para cada dente a ser limpo.
  • Para remover o fio, use movimentos de trás para frente, retirando-o do meio dos dentes.
Que tipo de fio dental devo usar?
  • Fio de nylon (ou multifilamento)
  • Fio PTFE (monofilamento)
Existem no mercado fios dentais de nylon, encerados ou não, com uma grande variedade de sabores. Como esse tipo de fio é composto de muitas fibras de nylon, ele pode, às vezes, rasgar ou desfiar, especialmente se os dentes forem muito juntos. Embora mais caro, o fio de filamento único (PTFE) desliza facilmente entre os dentes, mesmo com pouco espaço, e não se rompe. Usados de maneira adequada os dois tipos de fio removem a placa bacteriana e os resíduos de alimentos.
Como usar fio dentalComo usar fio dentalComo usar fio dental
Use aproximadamente 40 centímetros de fio, deixando um pedaço livre entre os dedos.
Siga, com cuidado, as curvas dos dentes.
Assegure-se de limpar além da linha da gengiva, mas não force demasiado o fio contra a gengiva.

terça-feira, 28 de julho de 2015

Alimentos que Combatem a Cárie


Não é nada agradável ter que se privar de coisas gostosas como biscoitos e doces. Mas quando se trata da cárie, nossas escolhas em matéria de comida têm um papel muito importante. Há alimentos que fazem mal aos dentes, enquanto outros possuem nutrientes essenciais que os conservam fortes e saudáveis. Para combater a cárie, dê preferência aos seguintes alimentos:


Cálcio

O cálcio é um ingrediente nobre na prevenção da cárie, principalmente para crianças em fase de crescimento. Uma grande fonte de cálcio são o leite e seus derivados, como iogurte e queijo, e ele não fica depositado na gordura do alimento, o que faz do leite desnatado e do iogurte light ótimas opções. Outras opções são verduras verdes, como brócolis e couve chinesa, peixe, amêndoa, castanha-do-pará e feijão.



Frutas, Fibras e Hortaliças

A ingestão de alimentos ricos em fibras aumenta o fluxo de saliva, o que por sua vez aumenta a produção de defesas minerais que combatem a cárie. Grandes fontes de fibra são as frutas secas, como damasco, uva passa e figo, e as frutas frescas, como banana, maçã e laranja. Outras opções são leguminosas e verduras, como feijão, couve de bruxelas, ervilha, amendoim, amêndoa e farelo de trigo.



Grãos Integrais

São ricos em vitamina B e ferro, importantes para a saúde da gengiva. Os grãos integrais também possuem magnésio, um ingrediente muito importante para os ossos e dentes, fora o fato de serem muito ricos em fibra. Farelo de trigo, arroz integral e cereais integrais e massas feitas com cereal integral são excelentes fontes de grãos integrais.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

O que é flúor?

O flúor é um mineral natural encontrado em toda a crosta terrestre e largamente distribuído pela natureza. Alguns alimentos contêm flúor, assim como a água fornecida por algumas empresas de serviço público.



O flúor é geralmente adicionado à água potável para ajudar a reduzir a incidência de cáries nos dentes. Na década de 30, pesquisadores encontraram pessoas que cresceram bebendo água naturalmente fluoretadas. Desde então, os estudos têm mostrado repetidamente que quando o flúor é adicionado ao suprimento de água da comunidade, a incidência de cárie diminui. A Associação Brasileira de Odontologia, a Organização Mundial de Saúde e o Ministério da Saúde, dentre muitas outras organizações têm endossado o uso de flúor nos suprimentos de água, devido ao seu efeito preventivo contra a cárie.


Como o flúor atua?

O flúor ajuda a prevenir as cáries de duas maneiras distintas:
O flúor se concentra nos ossos em crescimento e nos dentes em desenvolvimento das crianças, ajudando a endurecer o esmalte dos dentes de leite e permanentes que ainda não nasceram.
O flúor ajuda a endurecer o esmalte dos dentes permanentes que já se formaram.

O flúor trabalha durante os processos de desmineralização e remineralização que ocorrem naturalmente em sua boca.
Sua saliva contém ácidos que causam a desmineralização nos dentes. Estes ácidos são liberados após a alimentação.


Em outros momentos - quando sua saliva está menos ácida - ocorre justamente o oposto, a reposição do cálcio e do fósforo que mantém seus dentes resistentes. Este processo é chamado de remineralização. Quando o flúor está presente durante a remineralização, os minerais depositados são mais duros do que seriam sem o flúor, ajudando a fortalecer seus dentes e a prevenir a dissolução durante a próxima fase de desmineralização.

Como saber se estou recebendo quantidade suficiente de flúor?

Se a água que você bebe contiver flúor, então somente a escovação regular utilizando um creme dental com flúor será suficiente para adultos e crianças com dentes saudáveis, com um baixo risco de cáries.

Se a água que você consome vier de uma rede pública de abastecimento, você poderá saber se ela contém flúor ligando para a empresa de água local. Se a sua água vier de um poço particular, você poderá analisá-la em um laboratório de teste ambiental independente e que ofereça este tipo de serviço.